Meu atendimento é acolhedor, individualizado e colaborativo.
Antes de falar sobre “o que comer”, eu quero entender a sua história, sua rotina, suas emoções e a forma como você se relaciona com a comida.
A partir daí, construímos juntas(os) um plano alimentar que faça sentido pra sua vida — respeitando suas preferências, seu ritmo e seus objetivos.
Cada consulta é um espaço de escuta e aprendizado, não de cobrança.
A ideia é que você saia entendendo como o seu corpo funciona e se sinta mais confiante para fazer escolhas alimentares com autonomia e leveza.
O meu trabalho tem como base a nutrição comportamental, porque não existe mudança alimentar verdadeira sem compreender o comportamento por trás das escolhas.
Entender a relação com a comida, as emoções e os hábitos do dia a dia é o que realmente sustenta resultados duradouros.
Dito isso, posso sim elaborar um plano alimentar, quando isso fizer sentido no processo — por exemplo, em fases específicas do tratamento ou quando o paciente sente que essa estrutura pode ajudar.
Mas isso não é obrigatório: também é possível trabalharmos apenas com metas, estratégias e ajustes comportamentais, sem a necessidade de um cardápio calculado.
O foco principal é criar mudanças reais e sustentáveis, e não seguir uma “dieta” engessada.
Cada pessoa tem seu ritmo, e eu te ajudo a encontrar o equilíbrio entre consciência, prazer e propósito na alimentação.
Planos prontos não consideram quem você é — sua rotina, o que está disponível na sua geladeira, seu humor, seus afetos ou o que cabe no seu dia.
No meu atendimento, cada plano de tratamento é feito sob medida, com base em tudo o que conversamos na consulta e nos seus objetivos reais.
Além disso, o acompanhamento não termina com a entrega do plano. Eu te acompanho no processo, ajustando o que for preciso e te ajudando a entender o “porquê” de cada escolha.
É um trabalho de parceria, não de imposição.
Atendo apenas de forma particular, para poder oferecer um atendimento realmente individualizado e acolhedor.
Assim, consigo dedicar tempo de qualidade a cada paciente, compreender a história e o contexto de vida, e elaborar um plano alimentar sob medida, sem pressa nem protocolos prontos.
Entre as consultas, também ofereço suporte e ajustes personalizados, porque acredito que o acompanhamento contínuo faz toda a diferença nos resultados.
Essa liberdade me permite trabalhar de forma mais humana, próxima e efetiva.
Se você tiver plano de saúde, posso emitir um recibo para reembolso junto à operadora — muitas aceitam esse tipo de solicitação.
Casos que eu não atendo e encaminho para colegas: câncer, diabetes tipo I, transtornos alimentares, doenças renais e idosos frágeis.
Depende do seu caso.
Se os seus exames ou a avaliação inicial mostrarem alguma carência nutricional ou necessidade específica, posso prescrever suplementos ou fitoterápicos logo no início.
Mas, na maioria das vezes, começamos ajustando a alimentação, que é sempre o ponto central do tratamento.
Gosto de garantir que cada escolha faça sentido para o seu corpo e para o seu bolso — por isso, evito indicar cápsulas desnecessárias.
A base do meu trabalho é sempre a comida: real, acessível e que faça parte do seu dia a dia com prazer.
Depende dos seus objetivos e da complexidade do caso.
Existem situações em que é necessária apenas uma intervenção bastante pontual.
Entretanto, na maioria dos casos, principalmente os que requerem maior mudança comportamental, podemos levar meses ou até anos para que o tratamento seja efetivo.
Em geral, o acompanhamento acontece em etapas: avaliamos, ajustamos e celebramos cada avanço.
O mais importante é que o processo seja leve, consistente e alinhado com a sua realidade.
Sim! e essa é uma parte muito importante do meu trabalho.
Acredito que a alimentação vai muito além de nutrientes: ela é memória, identidade e afeto.
Tenho uma forte conexão com a culinária japonesa e leste-asiática, e costumo trazer esse olhar cultural e sensível para o atendimento.
Gosto de resgatar o significado das refeições, o prazer de cozinhar e o respeito pela própria história alimentar.
Comer bem também é honrar suas origens e aquilo que te faz bem de verdade.
Não! O exame de bioimpedância está incluso em todos os atendimentos presenciais, com periodicidade definida caso a caso.
Sim, atendo homens e mulheres, a partir de 19 anos.
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